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Corinthians campeão da Libertadores: oito anos do dia de São Nunca

Danilo Vieira Andrade

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Oito anos do título da Libertadores conquistado pelo Corinthians 

No dia 4 de julho os norte-americanos comemoram o Dia da Independência, ou Independence Day, em inglês. Porém, a data ganhou novos contornos em 2012, quando outro gigante se ‘libertou’, literalmente.




Às 21h50 daquela quarta-feira, dia 4 de julho de 2012, o Corinthians entrava no gramado do Pacaembu para enfrentar o Boca Juniors pela segunda partida da final da Libertadores, até então, inédita em sua história. O empate por 1 a 1 em La Bombonera assegurava que qualquer vitória simples daria o título ao Timão no Pacaembu.

Já no primeiro tempo, no jeito Tite de jogar, o Corinthians foi para cima do Boca, mas sem se abrir demais. Os argentinos pareciam querer gastar o tempo, sem apresentar grande perigo ao Timão. Os cerca de 40 mil corinthianos no Pacaembu empurravam o time na busca da conquista inédita.

Porém, o primeiro tempo ficou no zero. Para a segunda etapa, o Corinthians voltou do mesmo jeito. O plano era atacar o clube Xeneize, mantendo a segurança e a compactação defensiva.

Já aos oito minutos do segundo tempo, a iniciativa começou a dar certo. Após Tite proferir um ‘fala muito’ a Riquelme, Alex levantou na área e Danilo deu um passe meio que de chaleira. Sheik matou a bola no peito – e junto toda a responsabilidade conferida por milhões de torcedores -, deixou ela cair no pé e fuzilou contra a meta de Sosa.

1 a 0. O Pacaembu, São Paulo e o Brasil estremeciam.

Depois disso, o Boca continuou no marasmo, sendo praticamente inofensivo a um Corinthians que o anulava. Aos 27 minutos, o cirúrgico Corinthians aproveitou a chance que teve. Após um erro da saída de bola da zaga do Boca, Sheik roubou a possa da bola e ficou sozinho. E correu, e correu… Só que diferente do lance de Diego Souza há pouco mais de um mês desse dia, o resultado foi o fundo das redes.

2 a 0 e o Pacaembu tremia ainda mais.

Daí para frente, o Corinthians controlou mais ainda o jogo, praticamente jogando por música e se deliciando com os momentos finais da conquista inédita, que começava lá em fevereiro, com o gol de Ralf nos minutos finais contra o Táchira.

Sheik, além dos dois gols, pegou para si toda a responsabilidade de ser o “Sr. Libertadores” e assumiu todas as características do torneio. Teceu um duelo particular com o zagueiro Caruzzo, chegando até a morder a mão do argentino.

Com tudo que tinha direito, o Corinthians saiu de campo também com a vitória.

E o título.

Inédito.

No dia da Libertação!

RELEMBRE ABAIXO O JOGO COMPLETO:


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