Início » Corinthians na mídia » De moto, corintiano vai de Curitiba a Oruro para ver estreia do Timão

De moto, corintiano vai de Curitiba a Oruro para ver estreia do Timão

Danilo Vieira Andrade

Danilo Vieira Andrade

 photo corintiano_joelmir_goncalves_em_oruro_para_ver_a_estreia_do_timao_c1zp_zps8b479d62.jpg
Corintiano Joelmir Gonçalves, em Oruro, 
para ver a estreia do Timão
Crédito: Ricardo Taves
O Corinthians viajará muito na primeira fase da Taça Libertadores. Com jogos em Oruro (Bolívia), Tijuana (México) e Bogotá (Colômbia), a equipe atravessará o continente em busca do bicampeonato continental. Um torcedor, porém, chegou à altitude boliviana para a estreia contra o San José, nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília) com “quilometragem elevada”: Joelmir Gonçalves diz já ter rodado 9.500km de moto pela América e estará no estádio Jesús Bermúdez para o primeiro jogo do Timão no torneio.

A viagem do paulista, que é nascido em Diadema, mas mora há quatro anos em Manaus, começou no dia 12 de dezembro do ano passado, ainda sem o Timão como pretexto. Após a vitória por 1 a 0 do Corinthians sobre o Al Ahly, pela semifinal do Mundial de Clubes, Joelmir  partiu, de motocicleta, para Porto Velho, capital de Rondônia. De lá, foi para Curitiba, onde deixou sua moto para um breve intervalo: decidiu, de avião, voltar a Manaus, para passar o Ano Novo.

Quando viu a tabela da Libertadores, porém, ele se motivou a recomeçar o “rolê” de moto pela América. A possibilidade de viajar o continente para conhecer novos destinos e ainda acompanhar o time de coração o animou. Mesmo com a reprovação da esposa, Joelmir voltou para buscar a moto em Curitiba e reiniciou a viagem. De lá, passagem por Maringá e, enfim, a saída do Brasil, rumo ao Paraguai, primeiro país visitado pelo motoqueiro alvinegro.
Tucuman, Jujuy, o Chaco Argentino… Joelmir teve a oportunidade de, após cruzar o território paraguaio, conhecer algumas das mais belas cidades da Argentina. Depois de toda essa volta, decidiu rumar para o Norte. Há oito dias, o corintiano entrou na Bolívia, onde encontraria a parte mais difícil da viagem. Ele decidiu conhecer Potosí, cidade famosa por sua altitude acima de 4 mil metros. O trajeto até Oruro foi complicado. A motocicleta, fiel e única companheira na aventura, começou a falhar, segundo ele, devido ao ar com baixa concentração de oxigênio. 
–  A parte mais difícil da viagem foi de Potosí pra cá. Cheguei a pegar 4.600 metros de altitude e o carburador da moto falhou com o ar rarefeito. Andava só em segunda marcha – diz.
Na capital do carnaval boliviano, local que sediará a estreia do Corinthians nesta Libertadores, Joelmir vestia uma camisa utilizada pelo clube na década de 1990. Porém, o amuleto que ele carrega na mochila é o uniforme de 1977, ano em que o Corinthians quebrou o tabu de 23 anos sem títulos, ao conquistar o Campeonato Paulista. Herança deixada pelo pai, que já morreu.
Oruro é o destino final da viagem do motoqueiro corintiano. Após a partida desta quarta-feira, ele retornará a Manaus, e não viajará para as outras duas partidas fora de casa pela primeira fase da Taça Libertadores da América, contra o Tijuana, do México (6 de março) e o Millonarios, da Colômbia (3 de abril). A motocicleta agradece.

SIGA O TIME DO POVO NO CANAL DO WHATSAPP

Notícias do Corinthians direto no seu WhatsApp em tempo real.

WhatsApp Entrar no Canal
Elenco quer saída de Marcelo Paz do Corinthians, afirma jornalista Cinco jogadores que podem ganhar mais espaço no Corinthians com o Seedorf Corinthians anuncia “dois novos reforços” em nova nota oficial sobre Seedorf; entenda Corinthians negocia com Carille e Sampaoli; saiba quem está mais perto de fechar Diniz é demitido no Corinthians Torcida do Corinthians recebe grande notícia sobre NR da Arena Machucou! Corinthians recebe notícia importante vinda do sul antes de jogar contra o Internacional O Corinthians tem três reforços fechados esperando o transfer ban cair Intervenção no Corinthians pode cancelar eleições, admite Romeu Tuma Jr. Lugano defende Hugo Souza na Seleção Brasileira: “Não pode julgar por um cruzamento que saiu errado”