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Sylvinho culpa gramado seco após derrota: “Não é desculpa”

Danilo Vieira Andrade

Danilo Vieira Andrade

Foto: Reprodução

O técnico Sylvinho concedeu entrevista coletiva após a derrota diante do Sport, neste sábado, pelo Brasileirão, e colocou a culpa da derrota no campo seco do gramado da Arena Pernambuco. Na visão do comandante alvinegro, a qualidade do campo de jogo prejudicou o desempenho do Timão.

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Sylvinho ainda lembra que o Sport, terceira melhor defesa da competição, joga com os dez atletas de linha atrás da linha da bola, fator que dificultou ainda mais o Corinthians.

“Parte da explicação está no campo, não é desculpa, o time não foi bem, mas a lentidão não é viagem, nem excesso de calor. O campo não estava molhado, e o adversário é a terceira melhor defesa, com os dez atletas abaixo da linha de bola. O time ficou lento, o adversário dificultou as ações e foi bom para eles. Fomos lentos em decorrência dessas situações”, explicou Sylvinho.

Perguntado sobre a titularidade de Jô, que visivelmente deixou o time lento na parte ofensiva, o treinador classificou o o experiente centroavante como um dos titulares da equipe.

“Jô é um dos titulares deste time, um deles, estamos formando um grupo. Alguns jovens estão ganhando espaço, depois esperam, vão maturando. Jô o contrário, faz parte desta construção, um dos nossos artilheiros, uma referência. Teve um pequeno desconforto no joelho depois do jogo contra o Palmeiras, foi voltando pouco a pouco. Róger já jogou por fora, e teve boas performances. Hoje não foi um bom jogo e a performance não foi boa de todos. Não credito a má performance ao Jô jogar por dentro ou ao Róger pela esquerda. Tivemos uma versão dele assim, com o Róger fazendo o segundo gol contra o Palmeiras, tendo o Jô como a referência de 9. Hoje não fomos bem”, declarou.

Criticado pela Fiel por conta das substituições na partida, Sylvinho argumenta que as escolhas foram feitas a partir do que o adversário apresentou em jogo.

“As substituições não são regras. Pode substituir com 45, com 22, com 30 minutos. Tem que substituir quando o time precisa. Jogamos contra a terceira melhor defesa do campeonato e que dá pouco espaço em profundidade. O adversário marca para trás e complica muito mais. Nossas escolhas foi no que vimos no adversário”, analisou Sylvinho.

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