‘Sempre fui assim. Hoje, não foi diferente’, sorriu o atleta, fugindo ao próprio estilo, geralmente discreto. ‘É difícil você entrar quando não está jogando, mas o Elias não teve condição e o Mano optou por mim. Quando pinta a chance, você tem que fazer o que está ao alcance.’
De acordo com Mano Menezes, a escolha pelo veterano teve relação justamente com seu histórico em clássicos e em partidas decisivas. Como havia algum espaço para ele criar – contra adversários fechados, o lento meia já apresenta bastante dificuldade -, voltou a ser escalado.
‘A decisão sobre o Danilo também tem a ver com essa grandeza do jogador, com sua trajetória. O jogo tinha a ver com sua característica, porque o adversário joga e deixa jogar. Precisávamos jogar também. Não iríamos vencer o clássico só nos defendendo’, disse o treinador.
Deu certo. E a participação do meia foi ‘muito boa’, na avaliação do chefe. ‘Foi determinante para o que a gente fez. Para esse tipo de jogo, ele acrescenta muito. Você vê o tempo certo das jogadas, o equilíbrio na rodada da bola. O pensamento de criação foi muito valorizado com a presença dele’, comentou Mano.
Eficiente enquanto esteve em campo – foi substituído no finalzinho, aos 41 minutos do segundo tempo -, Danilo tabelou com Guerrero no lance que definiu o suado triunfo por 3 a 2 sobre o São Paulo na primeira visita da formação tricolor a Itaquera. ‘Ele foi fundamental para nossa vitória’, resumiu o comandante.
Fonte: IG
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