O Corinthians vetou no fim da tarde desta quinta-feira a proposta de R$ 5 milhões do Palermo pelo meia Matheus Cassini. O clube não gostou da forma de pagamento oferecida pelo clube italiano, que pretendia dividir o valor em três parcelas: julho e dezembro deste ano e julho de 2016.
O Corinthians só teria direito a R$ 3,5 milhões, já que detém 70% dos direitos econômicos do garoto de 19 anos, um dos protagonistas na conquista da Copa São Paulo de juniores.
Antes de recusar a proposta do Palermo, a diretoria teve uma conversa a portas fechadas com Cassini, na quarta-feira. Ouviu que ele tem vontade de se tornar ídolo da torcida corintiana e que não pretende sair agora. Tite foi incluído na conversa. Ficou combinado que Cassini vai passar a ter mais chances na equipe principal.
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Entrar no Canal Ele, inclusive, deve ser incluído na delegação que viaja sábado para o Rio de Janeiro, palco do confronto com o Fluminense no domingo, pelo Brasileirão. Nesta temporada, apesar do título na Copinha, Cassini não esteve sequer uma vez no banco de reservas do time profissional.
Desde que recebeu a oferta, no início da semana, o presidente corintiano Roberto de Andrade relutou em fazer o negócio. O temor era de que se repetisse o que ocorreu com Marquinhos, zagueiro vendido por R$ 8,2 milhões à Roma em 2013. Meses depois, ele foi para o PSG por R$ 104 milhões.
Na Itália, porém, há enorme otimismo por parte do Palermo em relação à contratação de Cassini. O clube afirma que só espera o “ok” alvinegro para emitir a passagem para o garoto viajar até a Itália, onde ele assinaria contrato até 2020. Se o Corinthians assegura que Cassini quer ficar, os empresários da Art Sports Management, que o representam, afirmam à imprensa italiana que ele quer jogar lá. E que faltaria apenas o acerto da forma como os R$ 5 milhões serão depositados.
Fonte: Jorge Nicola









