Início » Enquetes do Corinthians » Clayson ou Cássio? Quem foi o melhor na final do Paulistão? Fiel vota e decide

Clayson ou Cássio? Quem foi o melhor na final do Paulistão? Fiel vota e decide

Danilo Vieira Andrade

Danilo Vieira Andrade

O site É o Time do Povo perguntou: ‘Clayson ou Cássio? Quem foi o melhor do Corinthians no primeiro jogo da final do Paulistão 2019?’ e a Fiel respondeu em peso.



Em 24 horas, quase nove mil votos foram computados. Para 30% (2,6 mil votos) dos torcedores, o atacante foi o destaque alvinegro diante do São Paulo, no último domingo, no Morumbi, empate sem gols pela primeira partida da final do Paulista. A grande maioria, porém, elegeu Cássio como o melhor alvinegro no confronto, com 70% dos votos (6,1 mil votos).

Cássio, vale destacar, salvou o Corinthians em algumas oportunidades dentro da partida e foi o grande responsável pelo empate em 0 a 0. Clayson, apesar de boas aparições no ataque, ainda que tenha sido o destaque na linha, perdeu boas oportunidades.

SIGA O TIME DO POVO NO CANAL DO WHATSAPP

Notícias do Corinthians direto no seu WhatsApp em tempo real.

WhatsApp Entrar no Canal

VEJA O RESULTADO:

100 MIL SEGUIDORES ATÉ O FINAL DE ABRIL? SÓ VAI CLICAR EM FOLLOW OS HUMILDES NAIPE GUSTAGOL

@timedopovooficial

INSCREVA-SE TAMBÉM EM NOSSO CANAL. EM BREVE CONTEÚDO EXCLUSIVO DIRETAMENTE DO CT E DO ESTÁDIO!


Elenco quer saída de Marcelo Paz do Corinthians, afirma jornalista Cinco jogadores que podem ganhar mais espaço no Corinthians com o Seedorf Corinthians anuncia “dois novos reforços” em nova nota oficial sobre Seedorf; entenda Corinthians negocia com Carille e Sampaoli; saiba quem está mais perto de fechar Diniz é demitido no Corinthians Torcida do Corinthians recebe grande notícia sobre NR da Arena Machucou! Corinthians recebe notícia importante vinda do sul antes de jogar contra o Internacional O Corinthians tem três reforços fechados esperando o transfer ban cair Intervenção no Corinthians pode cancelar eleições, admite Romeu Tuma Jr. Lugano defende Hugo Souza na Seleção Brasileira: “Não pode julgar por um cruzamento que saiu errado”