Início » Notícias do Corinthians » Relatório da Ernst & Young que MP pede diz que Corinthians está falido

Relatório da Ernst & Young que MP pede diz que Corinthians está falido

Danilo Vieira Andrade

Danilo Vieira Andrade

O relatório produzido pela Ernst & Young sobre a saúde financeira do Corinthians e que o Ministério Público agora exige que seja entregue pela atual diretoria, chegou a conclusão que o clube paulista está quebrado.

De acordo com o jornalista Marco Bello, pessoas próximas ao presidente Osmar Stábile revelaram nos bastidores que o relatório é uma grande má notícia para o Corinthians.

“Segundo pessoas próximas ao presidente do Corinthians, Osmar Stábile, o relatório final da Ernst & Young que não foi entregue pelo clube ao Ministério Público dizia em dezembro de 2025 que o clube estava quebrado, falido. Basicamente isso”, escreveu o jornalista nas redes sociais.

SIGA O TIME DO POVO NO CANAL DO WHATSAPP

Notícias do Corinthians direto no seu WhatsApp em tempo real.

WhatsApp Entrar no Canal

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), através do promotor Cassio Conserino, pediu à Ernst & Young (EY) o relatório da auditoria feita no Corinthians em 2024. O clube corre risco de sofrer uma intervenção judicial, quando a Justiça determina um interventor para gerir o clube e afasta presidente, vice-presidente e os conselheiros.

Elenco quer saída de Marcelo Paz do Corinthians, afirma jornalista Cinco jogadores que podem ganhar mais espaço no Corinthians com o Seedorf Corinthians anuncia “dois novos reforços” em nova nota oficial sobre Seedorf; entenda Corinthians negocia com Carille e Sampaoli; saiba quem está mais perto de fechar Diniz é demitido no Corinthians Torcida do Corinthians recebe grande notícia sobre NR da Arena Machucou! Corinthians recebe notícia importante vinda do sul antes de jogar contra o Internacional O Corinthians tem três reforços fechados esperando o transfer ban cair Intervenção no Corinthians pode cancelar eleições, admite Romeu Tuma Jr. Lugano defende Hugo Souza na Seleção Brasileira: “Não pode julgar por um cruzamento que saiu errado”