O Corinthians trabalha com a possibilidade de não haver as eleições presidenciais programada para o dia 28 de novembro. De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Romeu Tuma Júnior, a chance é real.
“Sim (corre o risco de não acontecer a eleição). Tem muita situação correndo. Por isso, falei que, no papel do Osmar (Stabile), eu faria um gesto para o Ministério Público. Tentaria na Justiça, porque você é o papel institucional de quem manda, de quem é o presidente”, declarou Tuma em entrevista nesta quarta-feira (30).
Tuma também defendeu que o Corinthians procure o Ministério Público para iniciar o processo de adequação às mudanças solicitadas pelos promotores.
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Entrar no Canal “Põe todo mundo e fala (para o Ministério Público): “Para onde o senhor quer que eu vá? Vamos construir juntos esse caminho aqui e daqui a três meses eu entrego o cargo”. Eu acho que esse era o momento de falar: vamos passar a régua aqui e tal, vota o estatuto, se compromete com as coisas que aqueles sérios que querem intervenção porque não acreditam mais no sistema e nos poderes internos”, complementou.
Na sequência, Romeu Tuma comentou sobre a possibilidade de intervenção e detalhou como acredita que isso ocorrerá no Corinthians.
“Pode ser um interventor geral, que vai intervir no clube e no Conselho. Difícil uma intervenção que abranja todos os órgãos, porque, como é uma associação, o interventor pode eventualmente ter poderes para paralisar qualquer deliberação”, pontuou.
“É óbvio que, se houver uma intervenção, algumas deliberações vão ficar paralisadas. Mas acho que vai haver intervenção quando o Conselho extingue o Conselho. Quem elege o Conselho são os associados. Se houver intervenção, porém, todas as ações serão pautadas pelos poderes estabelecidos para o interventor”, finalizou.










