Segundo Gobbi, a negociação foi encerrada assim que o empresário Orlando da Hora informou quanto o seu cliente queria ganhar – antes mesmo de iniciar a conversa, ele avisava que a transação não seria barata. O agente já havia se desentendido com dirigentes corintianos na passagem anterior do atacante pelo clube.
Gobbi chegou a comparar o negócio com a tentativa de comprar um automóvel da marca Ferrari. ‘Se falam que o valor é R$ 1 bilhão, que contraproposta vou fazer?’, questionou o mandatário.
Sem Nilmar, o Corinthians ainda corre o risco de perder outro atacante. Romarinho (autor do gol diante do Fluminense) interessa a clubes do exterior, e o presidente não descartou a transferência.
Preocupado com a falta de opções no setor ofensivo (atualmente sem Paolo Guerrero, convocado para defender o Peru), o técnico Mano Menezes reforçou o seu clamor por reforços. ‘Sem dúvida, precisamos de reposição. É lógico que não dá para ficar nessa situação. Mas já falamos disso. Se insistirmos, parece que é justificativa’, ponderou.
Fonte: IG