Guerrero comemora o segundo gol corintiano na vitória de 3 x 0 sobre o San José / Crédito:
Renato Pizzutto
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Guerrero já sentiu o peso de vestir a camisa do Corinthians. Em entrevista ao site da Conmebol, o peruano reconheceu o fato de o Corinthians carregar o título de ‘equipe a ser batida’ nesta Libertadores.
‘É difícil (ser favorito). Por isso devemos ter concentração e humildade absolutas. Ser o favorito faz com que todas as equipes nesta Libertadores nos enfrentem como se fosse uma final. Mas o Corinthians é um clube muito grande e está preparado para encarar qualquer tipo de adversidade que esse torneio propicia’, frisou Guerrero, que participa efetivamente de uma Libertadores pela primeira vez – foi reserva do Alianza Lima em 2004, pouco antes de ir para o Bayern de Munique.
Artilheiro do Timão no principal interclubes das Américas, com quatro gols em seis jogos, Guerrero falou também sobre sua vinda ao futebol brasileiro. Segundo ele, a chegada de jogadores de renome ao Brasil e a qualidade do Corinthians estimularam a sua saída do Hamburgo, clube que defendia há seis temporadas.
‘Sabia que o Corinthians era um time que estava crescendo internacionalmente após ganhar a Libertadores e, além disso, tinha vontade de voltar à América do Sul para disputar minha primeira Libertadores. Já havia escutado muitas referências sobre o presente do futebol brasileiro com a chegada de figuras europeias. Sei da capacidade quem tem o jogador brasileiro, que é um dos melhores do mundo, e que eu viria a um campeonato que pode tranquilamente se comparar a qualquer torneio europeu’, disse Guerrero, que deixa o São Paulo de fora entre os candidatos ao título. ‘Com exceção do São Paulo, todos os times brasileiros, o Nacional-URU, que vem bem, e o Boca Juniors, por sua hierarquia, têm chances’.
Fonte: Placar