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Precisamos falar de Cássio (e de Yuri)

Roberto Zanin

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Cássio se tornou ídolo do Corinthians por fazer milagres em forma de defesas que os outros goleiros não faziam.

Foi assim na Libertadores 2012, cara a cara com Diego Souza.

Foi assim em Yokohama (está imortalizada a defesa no chute do Moses, mas ele fez outras grandes defesas).

Foi assim durante vários anos.

Mas de uns tempos para cá, o gigante tem falhado.

Cássio joga mal todos os jogos? Não!

Mas o goleirão tem sido inconstante. Como dizem os mais antigos, “dá uma no cravo, outra na ferradura”.

Para jogar no Corinthians isso não basta. Assumir a meta do Timão significa falhar pouco, com margem de erro próxima de zero.

Pior do que as falhas é a postura dele após os erros.

Fica abatido demais e sua negatividade é transmitida para o time.

Ontem, após a falha no primeiro gol, Cássio desmoronou. Sentiu o golpe.

E entregou a rapadura.

Do gol vou para o ataque.

Nada me irritava mais do que os defensores do Yuri Alberto. Eles diziam (e dizem): “A bola não chega para ele. Assim fica difícil para o centroavante”.

Pois bem. Agora ocorre o contrário. O cara fica na cara do gol várias vezes, perde quinhentos gols e acaba fazendo um.

Centroavante do Timão tem que ser matador. Yuri recebeu um lançamento maravilhoso do Garro, ficou cara a cara com o goleiro e conseguiu perder o gol. O jogo estava 0 a 0.

Levando em conta que Pedro Raul é horrível e só é útil no jogo aéreo, eu escalaria Romero como “9”, centralizado, na área, como finalizador. Todos os gols dele foram marcados nessa situação. Além disso, o paraguaio não tem mais gás para jogar pela beirada.

Incrível também a quantidade de lançamentos que o Wesley recebeu sozinho no primeiro tempo e não soube aproveitar. Demorou demais, dando tempo para a defesa dos caras voltar.

Próximo jogo, Bragantino fora. Mais uma pedreira. Aliás, no Brasileirão é só pedreira.

Cássio se tornou ídolo do Corinthians por fazer milagres em forma de defesas que os outros goleiros não faziam.

Foi assim na Libertadores 2012, cara a cara com Diego Souza.

Foi assim em Yokohama (está imortalizada a defesa no chute do Moses, mas ele fez outras grandes defesas).

Foi assim durante vários anos.

Mas de uns tempos para cá, o gigante tem falhado.

Cássio joga mal todos os jogos? Não!

Mas o goleirão tem sido inconstante. Como dizem os mais antigos, “dá uma no cravo, outra na ferradura”.

Para jogar no Corinthians isso não basta. Assumir a meta do Timão significa falhar pouco, com margem de erro próxima de zero.

Pior do que as falhas é a postura dele após os erros.

Fica abatido demais e sua negatividade é transmitida para o time.

Ontem, após a falha no primeiro gol, Cássio desmoronou. Sentiu o golpe.

E entregou a rapadura.

Do gol vou para o ataque.

Nada me irritava mais do que os defensores do Yuri Alberto. Eles diziam (e dizem): “A bola não chega para ele. Assim fica difícil para o centroavante”.

Pois bem. Agora ocorre o contrário. O cara fica na cara do gol várias vezes, perde quinhentos gols e acaba fazendo um.

Centroavante do Timão tem que ser matador. Yuri recebeu um lançamento maravilhoso do Garro, ficou cara a cara com o goleiro e conseguiu perder o gol. O jogo estava 0 a 0.

Levando em conta que Pedro Raul é horrível e só é útil no jogo aéreo, eu escalaria Romero como “9”, centralizado, na área, como finalizador. Todos os gols dele foram marcados nessa situação. Além disso, o paraguaio não tem mais gás para jogar pela beirada.

Incrível também a quantidade de lançamentos que o Wesley recebeu sozinho no primeiro tempo e não soube aproveitar. Demorou demais, dando tempo para a defesa dos caras voltar.

Próximo jogo, Bragantino fora. Mais uma pedreira. Aliás, no Brasileirão é só pedreira.