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Após treino sem definição, Sheik manda papo sério à Carille sobre atuar de 9

Danilo Vieira Andrade

Danilo Vieira Andrade

Foto: Agência Corinthians

O Corinthians se reapresentou na tarde desta sexta-feira (02), no CT Joaquim Grava, e realizou o primeiro trabalho de olho no confronto diante do Santos, domingo, às 17h (de Brasília), no Pacaembu, jogo válido pela 10ª rodada do Campeonato Paulista.




Na atividade do campo, apenas os reservas estiveram presentes e sob muita chuva. Os titulares ficaram na parte interna do CT realizando trabalhos regenerativos. A escalação alvinegra será definida apenas na manhã de sábado, mas a provável escalação deve ser a seguinte. (veja abaixo)

Cássio; Fagner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel e Renê Júnior; Clayson, Jadson, Rodriguinho e Romero. O esquema deve ser mais uma vez o 4-2-4, vitorioso diante do Palmeiras, e que também deu certo na estreia da Libertadores.

O destaque do dia foi a presença de Andrés Sanchez no centro de treinamento. O mandatário se reuniu rapidamente com Fábio Carille, e conversou com o diretor Duílio Monteiro Alves.

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SHEIK FALOU À IMPRENSA

Emerson Sheik foi o escolhido do dia para a coletiva do Corinthians. Entre outras coisas, o atacante se colocou à disposição de Carille para atuar como 9.

“Na minha última temporada eu joguei mais centralizado e fiz grandes jogos na ponte nessa posição, mas como se trata de Corinthians, onde te colocarem você joga pela concorrência. Aqui há atletas de muita qualidade. Jogar todo mundo quer, mas eu estou aqui para poder dar a minha parcela de ajuda”, declarou Sheik.





CONFIRA OUTRAS DECLARAÇÕES DE SHEIK:

TORCIDA ÚNICA
“Eu sou um dos que pensam como os atletas mais antigos. Perder a magia não pode. E o futebol brasileiro perdeu um pouco a magia, a brincadeira entre atletas, apostas, zoeiras. Eu gosto das brincadeiras, das provocações, acho que essa é a grande magia do nosso futebol. Talvez seja por isso que o futebol é nossa paixão. É triste, extremamente triste jogar com uma única torcida, mesmo que seja a nossa. Você acaba tirando o direito de todos acompanharem um evento grandioso como o futebol. Por outro lado, tem a parte da segurança. Uma vez que pago todos os impostos, entendo que posso ir a qualquer lugar e ter segurança. Não quero ir a fundo, não sei o que envolve. Mas é triste”, disse o centroavante sobre o clássico diante do Santos, no Pacaembu, com torcida apenas da equipe praiana.

TAMANHO DA RIVALIDADE
“Eu acho que a rivalidade nos últimos anos contra Palmeiras e São Paulo está um pouco mais forte. Contra o Santos, nem tanto. Isso não tira a grandeza do Santos, nem a importância do clássico. Mas acho que nos últimos anos essa rivalidade fora ficou mais forte com Palmeiras e Santos.”

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