Start » Arena Corinthians » Caixa aceita garantias e empréstimo da Arena Corinthians deve sair, diz Gobbi

Caixa aceita garantias e empréstimo da Arena Corinthians deve sair, diz Gobbi

Danilo Vieira Andrade

FOLLOW PEOPLE'S TIME IN WHATSAP'S CANAL

News from Corinthians straight into your WhatsApp in real time.

WhatsApp Enter Channel
Obras do Itaquerão estão em estágio avançado e o empréstimo do BNDES ajudaria no ajuste financeiro | Leandro Moraes/UOL
A Caixa Econômica Federal aceitou o modelo de negócios apresentado pelo Corinthians para fazer o repasse dos R$ 400 milhões que ajudarão na construção do Itaquerão, segundo o presidente Mário Gobbi. Para selar o acordo, o banco aguarda dois laudos que comprovem o valor do Parque São Jorge, principal garantia apresentada pelo clube no acordo.
“[A Caixa] já aceitou. O laudo vai dizer o valor [do imóvel]. Nós já temos um valor, de um laudo que nós pedimos. Acho que o valor é de R$ 1,2 bilhão. Mas nós vamos pegar mais dois laudos de outras empresas que a Caixa quer”, disse o Gobbi, em entrevista exclusiva ao UOL Sport.
Se essas duas novas empresas comprovarem o valor do Parque São Jorge, a questão com a Caixa estará resolvida. O problema, então, passará a ser a política interna do clube.
Para empenhar seu maior bem físico, a diretoria precisa da aprovação do Cori (Conselho de Orientação Fiscal) e de todo o Conselho Deliberativo. Pela composição atual do grupo, formado apenas por membros da situação, dificilmente a política interna será um empecilho.
O Parque São Jorge servirá como garantia de que os R$ 400 milhões serão devolvidos ao BNDES em caso de inadimplência. O empenho da sede social do Corinthians foi fundamental para um entendimento com a Caixa, que está substituindo o Banco do Brasil na função de repassador da verba.
Além do Parque São Jorge, o Corinthians ainda oferece rendas futuras do Itaquerão como garantias de pagamento. Essas receitas é que serão, de fato, usadas para pagar o BNDES, fundamental para a conclusão das obras, que hoje avançam por conta de empréstimos feitos pela Odebrecht no mercado convencional.
Source: uol