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Information about new Naming Corinthians Rights Surprises Faithful in the World Cup

Danilo Vieira Andrade

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O Corinthians negocia a venda dos naming rights do CT Joaquim Grava. A empresa vem sendo mantida em sigilo, mas também conversa com o clube para substituir a Hypera Pharma no contrato atual do estádio de Itaquera.

De acordo com o jornalista Samir Carvalho, a fonte dentro do Corinthians se mostrou animada com a possibilidade que começou como um sonho ainda na gestão do presidente expulso Augusto Melo.

“Uma fonte corinthiana bastante animada me disse que o Corinthians negocia com uma empresa a venda dos naming rights do CT Joaquim Grava. Isso já era um sonho desde a época de… acho que o Augusto Melo começou com essa promessa. Enfim, o Corinthians já teve alguns interessados até na gestão do Osmar e agora voltou à ativa tentando vender os naming rights do CT. Preste atenção no que eu vou dizer agora: a mesma empresa que negocia os da Neo Química… é a mesma empresa que, se fechar os naming rights da Neo Química Arena, fica também com os naming rights do CT Joaquim Grava. Então, é a mesma empresa. O Corinthians mantém o nome dessa empresa em sigilo. Negocia com o Corinthians os naming rights da Arena e negocia com o Corinthians os naming rights do CT Joaquim Grava para ficar com os dois”, explica o jornalista.

A Neo Química Arena, inaugurada em 2014 para a Copa do Mundo, transformou o patamar estrutural do Corinthians, consolidando-se como a nossa verdadeira “Casa do Povo”. No entanto, o alto custo da construção na Zona Leste de São Paulo deixou uma herança financeira pesada, obrigando a diretoria a buscar alternativas agressivas no mercado para amortizar o financiamento e garantir fôlego aos cofres do clube.

O principal marco dessa estratégia ocorreu em setembro de 2020, quando o Timão fechou o histórico acordo de naming rights com a Neo Química (Hypera Pharma) por R$ 300 milhões, válidos por 20 anos. O contrato prevê pagamentos anuais corrigidos pela inflação, que atualmente rendem cerca de R$ 20 milhões por temporada. Diante do mercado atual, a gestão alvinegra já monitora novas propostas e estuda uma engenharia financeira junto à Caixa Econômica Federal para repassar integralmente o direito sobre o nome da Arena por uma década, buscando liquidar de vez a dívida com o banco, que hoje gira na casa dos R$ 660 milhões.