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Jô dá show em coletiva no CT, emociona e revela desejo de “abraçar Deus”

Danilo Vieira Andrade

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Favorito para se tornar o melhor jogador do Campeonato Paulista, artilheiro do Corinthians, e ‘senhor dos clássicos’, o atacante Jô deu show na entrevista coletiva no CT Joaquim Grava, nesta quinta-feira, após o treinamento de Fábio Carille.

Entre outras coisas, Jô falou da importância em conseguir o título Paulista atuando como titular, diferente de 2003, quando conquistou a competição pelo Timão, das frustrações na carreira, e no desejo de ‘abraçar Deus’ após erguer a taça.

The site Timão do Povo separou as principais declarações de Jô durante a coletiva. Fique com elas…

Foto: Twitter Corinthians

SE CONQUISTAR O PAULISTA…
“Para mim seria muito bom, se a gente realmente conseguir. Não tive o prazer de jogar em 2003, quando fomos campeões paulistas, então praticamente não considero. Eu fazia parte do grupo, mas não joguei. É uma coisa bem possível agora. Fico muito contente. Minha volta, tive seis meses difíceis no ano passado. É complicado ficar sem clube, mas o Corinthians abriu porta”.

GOL NA FINAL?
“Estamos sempre sonhando com aquele momento do gol. Não sei como vai terminar a partida, mas nosso objetivo é ser campeão. Fico imaginando correr para a galera. Sonhei com meu primeiro gol, como fiz contra o Palmeiras, e aconteceu. A gente sempre idealiza”.

MUDANÇA DE VIDA E DESABAFO
“Rápida eu posso afirmar que não foi. É um processo bem longo e complicado. Você tem de provar a cada dia o que você quer se tornar. A alegria é muito grande por me ter hoje como referência, mas foi uma caminhada longa. Só eu sei o que passei, quantas vezes chorei sozinho, mas superei tudo isso”.

QUEM GOSTARIA DE ABRAÇAR SE FOR CAMPEÃO DOMINGO?
“Se eu pudesse agora, dava um abraço em Deus e agradeceria por tudo. Mas, como isso não é possível, com certeza seria na minha esposa e no meu filho. Minha esposa me atura há 11 anos, meu filho há três. São duas pessoas maravilhosas com quem quero compartilhar esse momento mágico”.

ÉPOCA DE ARQUIBANCADA E SENTIMENTO DE TORCEDOR DENTRO DO VESTIÁRIO
“Antes de ser jogador profissional, eu ia nos jogos, estava na arquibancada, às vezes na organizada, outras vezes em outro setor. Sei o que o torcedor passa. E sei depois o que é jogar no Corinthians, me tornei profissional aqui, passei por momentos bons e ruins. Sei o que representa essa camisa. Tentei passar um pouco do que é o Corinthians”.