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| Canal brincou com nome do novo NR / Foto: Reprodução |
Por: Gabriel Gonçalves / @falandodecorinthians
Na virada do dia 31 de agosto para 1º de setembro, em comoração aos 110 anos do Sport Club Corinthians Paulista, a diretoria alvinegra anunciou o novo nome de seu estádio: Neo Química Arena.
O anúncio oficial gerou uma série de “protestos” de certos setores da imprensa que prometeram não citar o nome da marca de medicamentos, ou até pior, utilizar tons jocosos, como aconteceu horas depois, na Fox Sports, com o infeliz “Quimicão”, além de continuação, por alguns, com o pejorativo “Itaquerão” mesmo com os pedidos insistentes do Corinthians para que isso não aconteça.
A ironia é que muitos nomes que se recusam prontamente a citar o novo nome do estádio de Itaquera pedem um grito de modernidade ao futebol brasileiro, comparando ao europeu e elogiando os feitos do técnico português Jorge Jesus.
Ou ainda, exaltam a organização da NBA e de outras competições norte-americanas.
Não seria um grito de modernidade a venda do nome do estádio para uma empresa que ajude nas finanças do clube?
Não faz parte de uma gestão mais profissional e focada nos bens dos negócios?
Por que quando se trata de nomes como ‘Emirates Arena’ ou ‘Allianz Stadium’ o quadro se altera?
A venda dos naming rights à Neo Química não é menos expressiva por ser 100% nacional.
Sem mandarim ou inglês. Português mesmo; Química com ou sem acento.
O protesto mostra que não há preocupação de fato com o crescimento do futebol brasileiro. Tudo balela. O que interessa mesmo é o próprio quintal. Ou o próprio nariz.
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