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| Foto: Agência Corinthians |
Em publicação da página “Hepta de Respeito”, doInstagram, os corinthianos se revoltaram com as declarações. “O maior roubo da história da Libertadores!”, lembrou um em referência ao jogo de 2013 contra o Boca. “Gosto nem de lembrar desse fatídico dia”, lamentou um segundo torcedor. “Seríamos Bi da libertadores em 2013, nosso time tava melhor que o de 2012, aí vem esse cidadão com más intenções fazer o que fez com o Corinthians…”, desabafou um terceiro.
COMO FOI AQUELE JOGO
Por ironia do destino, um ano antes, o Timão havia vencido o Boca na final da mesma Libertadores, conquistando o primeiro título de sua história do torneio. Porém, diferente da anterior, nessa Taça o Corinthians não estava mais invicto, tinha perdido o primeiro jogo em La Bombonera por 1 a 0. O alvinegro precisava do mesmo placar na volta para levar a decisão para os pênaltis ou de uma vitória por dois gols de diferença para se classificar diretamente no tempo regular.
Sabendo da necessidade dos gols, o Corinthians começou o jogo indo pra cima do adversário. O time não tinha o mesmo encaixe da equipe de 2012 e a atuação não parecia tão segura quanto um ano antes. Mas a equipe de Tite mostrou um bom futebol naquele 14 de maio.
Logo no início de jogo, Sheik dominou a bola dentro da área e chutou. O zagueiro do time argentino, Marín, claramente deu um tapa na bola. O árbitro Carlos Amarilla não marcou o pênalti e ainda aplicou cartão amarelo em Emerson por reclamação. O zagueiro já estava amarelado e seria expulso caso a regra fosse aplicada corretamente.
Poucos minutos depois, aos 23 do primeiro tempo, Romarinho abriu o placar. Novamente Amarilla entrou em ação e anulou o gol completamente legal, alegando posição irregular do atacante. Daí para frente o time do Corinthians agiu no nervosismo, perdendo uma série de chances de gol. Para piorar, Riquelme ainda acertou um chute de fora da área e marcou 1 a 0 para os visitantes.
O Corinthians voltou para o segundo tempo e logo aos cinco minutos, na insistência de Paulinho, conseguiu empatar. A partir daí, o Boca foi Boca, em todos os sentidos que a afirmação pode trazer. Muita catimba e controle de jogo. O Corinthians não conseguiu repetir os feitos do ano anterior. Até tentou, quando Paulinho marcou um gol, mas o árbitro novamente anulou. Aos 36, Emerson recebeu na área e sofreu pênalti. Amarilla, outra vez, mandou o jogo seguir, revoltando os corinthianos novamente.
SUSPEITA DE MANIPULAÇÃO
Em função dos erros claros de arbitragem, o Corinthians encaminhou uma série de reclamações para a Conmebol, sem sucesso. Mesmo com o ex-presidente da AFA, Julio Grondona, dando declarações suspeitas ao telefone.
“No fim, se saiu bem. Ninguém queria este louco de m…, e o maior reforço que o Boca teve no último ano foi Amarilla”, disse o ex-presidente em ligação telefônica, que a justiça obteve por meio de escutas.
? Carlos Amarilla, árbitro de fútbol en#VersusRadio(2da edición)
“Mi carácter fue lo que me llevó a ser el árbitro con más clásicos, con más torneos internacionales y nacionales”#970AM pic.twitter.com/cnLjPRVDlL
— Versus (@SomosVersusPY)August 12, 2021
? Carlos Amarilla, árbitro de fútbol en#VersusRadio(2da edición)
“Para mí lo más lindo es el reconocimiento de la gente, al salir en la calle la gente te pide fotos. Eso no tiene precio”#970AM pic.twitter.com/yW1XKBXNSC
— Versus (@SomosVersusPY)August 12, 2021
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