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| Foto: Agência Corinthians |
Segundo Ari Barros, executivo de futebol do Náutico, a decisão ocorreu devido a uma quebra de acordo que havia sido feito com a diretoria passada do Corinthians. Na negociação envolvendo Carlão, ficou decidido que o Timão iria emprestar quatro atletas ao Timbu, algo que não foi cumprido.
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Entrar no Canal “Carlão tinha mais 60 dias de contrato e, para renovar, queria ser liberado para um empréstimo com o Corinthians. Aceitamos, mas fizemos um acordo que Corinthians ia nos ceder dois atletas em 2021 e dois em 2022 com salários pagos por eles. Não estipulamos teto de salário, mas o acordo estava certo. Pedi isso documentado, mas Alessandro Nunes me disse que não tinha como documentar, mas que eu poderia ficar tranquilo. Foi dada a palavra”, explicou o dirigente.
Os dois primeiros iriam nessa temporada, e o restante na seguinte. Vale ressaltar que todos os salários seriam pagos pelo clube paulista. A diretoria do alvinegro respondeu que o acordo não foi exatamente esse. Há poucos dias, o clube alvirrubro tentou a contratação do lateral-direito Igor Formiga, titular da equipe Sub-23 do Corinthians, mas o pedido foi negado.
“Tivemos interesse de fato no Formiga, não por precisar de um lateral-direito, mas para prevalecer a parceria, para dar uma satisfação ao nosso torcedor e à minha diretoria pelo combinado. Mas Alessandro disse que não poderiam mais liberar atletas pagando salário, que as coisas mudaram. O Náutico também é um clube grande. Não podemos aceitar uma parceria de palavra, no fio do bigode, não ser cumprida. Palavra vale mais que assinatura”.
Com o “climão”, a diretoria do Corinthians decidiu liberar o retorno de Carlão para o Náutico. Em poucos meses em São Paulo, o zagueiro participou apenas de amistosos. O empréstimo do atleta tinha um valor de compra fixado para a aquisição de 60% dos direitos econômicos.
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