Uma contratação do Corinthians depois do desmanche sofrido fez com que o Atlético-MG ficasse mais próximo de contratar Robinho. De acordo com o presidente do clube mineiro, Daniel Nepomuceno, a venda inesperada de Giovanni Augusto para o time do Parque São Jorge fez com que as negociações com o ex-santista avançassem.
“Desde quando fiquei sabendo que o Robinho não ia renovar (com o Guangzhou Evergrande, da China), começamos a conversar. Mas sempre respeitei muito a situação do jogador, porque ele mesmo tinha falado da preferência de jogar no Santos”, iniciou a explicação, em entrevista ao “Boa Noite, FOX”, do FOX Sports.
“Mas eu não esperava a venda do Giovanni Augusto. Foi uma venda muito boa, um pedido do jogador. Recebemos um valor alto na negociação. A partir daquele momento, não tinha como esperar mais, tinha que correr atrás desse meia. A partir daí, a situação do Robinho ficou pública e precisou de uma definição”.
Robinho assinou com o Atlético-MG depois de uma longa negociação, que contava com a concorrência do Santos. No Atlético-MG, o atacante terá um salário fixo de R$ 350 mil mensais mais bônus por metas. O valor vai aumentar de acordo com o bom rendimento do atleta em campo. Outro ponto determinante na escolha do atacante foi a forte participação da Dryworld Industries. A empresa canadense entrou no mercado brasileiro em 2016 e viu em Robinho um ótimo garoto-propaganda.
De acordo com o Blog do PVC, o aporte financeiro da DryWorld foi primordial para que a negociação pudesse ser concluída. Com a ajuda da fabricante de materiais esportivos, o atacante receberá mais do que os R$ 600 mil que haviam sido oferecidos pelo Santos, mas o salário não deverá ultrapassar R$ 1 milhão.
Fonte: UOL