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Gaviões da Fiel perde por um décimo e fica com o vice-campeonato do Carnaval de São Paulo

Danilo Vieira Andrade

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Os Gaviões da Fiel quase conseguiram acabar com o longo jejum sem títulos no Carnaval de São Paulo. Nesta terça-feira (17), a escola de samba da maior torcida organizada do Corinthians ficou com o vice-campeonato após perder por um décimo para a Mocidade Alegre.

Com a conquista, a Mocidade agora soma 13 troféus no Carnaval paulistano. Os Gaviões da Fiel, campeões pela última vez em 2003, somam quatro conquistas.

A Mocidade Alegre terminou a apuração com 269,8 pontos, contra 269,7 pontos dos Gaviões. A Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé e Barroca Zona Sul, completam o top 5.

A PONTUAÇÃO FINAL DO CARNAVAL DE SP 2026:

1º Mocidade Alegre – 269,8
2º Gaviões da Fiel – 269,7
3º Dragões da Real – 269,6
4º Acadêmicos do Tatuapé – 269,5
5º Barroca Zona Sul – 269,4
6º Tom Maior – 269,4
7º Estrela do Terceiro Milênio – 269,1
8º Mocidade Unida da Mooca – 269
9º Império da Casa Verde – 268,9
10º Camisa Verde e Branco – 268,8
11º Colorado do Brás – 268,7
12º Vai-Vai – 268,6
13º Rosas de Ouro – 268,4
14º Águia de Ouro – 268,2

COMO FOI O DESFILE DOS GAVIÕES DA FIEL EM 2026:

A Gaviões da Fiel sacudiu o Sambódromo do Anhembi com o enredo “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, um manifesto poético e politizado em defesa dos povos originários e da preservação ambiental. Desenvolvido pelos carnavalescos Rayner Pereira e Julio Poloni, o desfile evocou a sabedoria xamânica para propor uma reflexão sobre o futuro do planeta. A escola apresentou um dos maiores carros alegóricos da história do carnaval paulistano — uma estrutura de 72 metros que simbolizava a grandiosidade da floresta e a resistência indígena, reforçando o compromisso da agremiação com temas de relevância social.

Na pista, a escola confirmou sua excelente fase com uma evolução técnica rigorosa e um visual luxuoso. A bateria “Ritmistas da Fiel”, sob o comando de Mestre Ciro, impulsionou o canto da comunidade com bossas precisas, enquanto o intérprete Ernesto Teixeira celebrou mais um ano como a voz oficial da “Torcida que Samba”. O trabalho plástico foi um dos pontos altos, com fantasias que utilizavam materiais sustentáveis e alegorias que fugiam do óbvio, garantindo que a escola se mantivesse no topo da tabela durante toda a leitura das notas na apuração.

 

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